Há 1 mês
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Verdadeiro ou Falso?
Nada melhor do que começar por esclarecer alguns dos mitos mais comuns!
Quanto aos tradutores...
"Para traduzir basta ter um bom dicionário" - Falso
A tradução é uma profissão. Se bastasse um dicionário, as más traduções não seriam tão frequentes (veja-se o quão incompreensíveis são alguns manuais que acompanham os eletrodomésticos, por exemplo!).
"Tenho uma secretária trilingue, portanto, posso pedir-lhe que me traduza o que preciso" - Falso
Uma pessoa que saiba falar uma língua estrangeira não tem necessariamente capacidade para fazer uma boa tradução, tal como não basta ser-se lusófono para se saber redigir (ou falar)correctamente em português.
"Um tradutor lusófono traduz tão bem para inglês como para português" -
Falso, se o português for a sua única língua materna.
Verdadeiro, se for totalmente bilingue, ou seja, se dominar perfeitamente ambas as línguas, quer escrita quer oralmente.
"Um dia os tradutores serão substituídos por máquinas" - não se pode dizer que seja totalmetne falso dado que há cada vez mais investigação e evolução neste sentido. Contudo não há máquina nenhuma que possa traduzir tão bem quanto o homem pois as subtilezas e outras cambiantes da linguagem ainda escapam à inteligência artificial, o que não impede, no entanto, que haja aplicações informáticas que contribuam positivamente para a tradução.
Quanto aos intérpretes ...
"Tradutor ou intérprete é tudo a mesma coisa" - Falso
Embora tenham muito em comum, estas duas profissões exigem formações diferentes. Pode ser-se um bom tradutor e não se ter competência para se ser intérprete e vice-versa.
"Basta ser bom em línguas para se ser intérprete" - Falso
A interpretação é uma profissão em si. Para uma interpretação de algo mais do que uma simples troca de cumprimentos é preciso dominar um método de trabalho que não é possível improvisar, além de muitas outras questões (culturais, por exemplo) que ajudam na decisão (muitas vezes em segundos) da expressão a escolher.
"Aprendi finlandês e alemão, portanto, posso fazer interpretação para estas duas línguas" - Falso
Só se pode interpretar (e traduzir) para uma língua que se domine na perfeição (em geral, a língua materna), porque o intérprete dispõe apenas de algumas fracções de segundo para reflectir, o que não permite qualquer hesitação e deixa uma margem muito reduzida para o erro.
"Um intérprete é um intérprete. Não preciso de um intérprete de conferência." - Falso
O intérprete de conferência possui um diploma universitário e uma formação de alto nível, o que não acontece com todo o tipo de intérpretes.
Fonte: Tradutores e Intérpretes, Línguas e sentidos, Serviço das publicações oficiais das comunidades Europeias, Luxemburgo, 2001 (http://europa.eu.int)
Quanto aos tradutores...
"Para traduzir basta ter um bom dicionário" - Falso
A tradução é uma profissão. Se bastasse um dicionário, as más traduções não seriam tão frequentes (veja-se o quão incompreensíveis são alguns manuais que acompanham os eletrodomésticos, por exemplo!).
"Tenho uma secretária trilingue, portanto, posso pedir-lhe que me traduza o que preciso" - Falso
Uma pessoa que saiba falar uma língua estrangeira não tem necessariamente capacidade para fazer uma boa tradução, tal como não basta ser-se lusófono para se saber redigir (ou falar)correctamente em português.
"Um tradutor lusófono traduz tão bem para inglês como para português" -
Falso, se o português for a sua única língua materna.
Verdadeiro, se for totalmente bilingue, ou seja, se dominar perfeitamente ambas as línguas, quer escrita quer oralmente.
"Um dia os tradutores serão substituídos por máquinas" - não se pode dizer que seja totalmetne falso dado que há cada vez mais investigação e evolução neste sentido. Contudo não há máquina nenhuma que possa traduzir tão bem quanto o homem pois as subtilezas e outras cambiantes da linguagem ainda escapam à inteligência artificial, o que não impede, no entanto, que haja aplicações informáticas que contribuam positivamente para a tradução.
Quanto aos intérpretes ...
"Tradutor ou intérprete é tudo a mesma coisa" - Falso
Embora tenham muito em comum, estas duas profissões exigem formações diferentes. Pode ser-se um bom tradutor e não se ter competência para se ser intérprete e vice-versa.
"Basta ser bom em línguas para se ser intérprete" - Falso
A interpretação é uma profissão em si. Para uma interpretação de algo mais do que uma simples troca de cumprimentos é preciso dominar um método de trabalho que não é possível improvisar, além de muitas outras questões (culturais, por exemplo) que ajudam na decisão (muitas vezes em segundos) da expressão a escolher.
"Aprendi finlandês e alemão, portanto, posso fazer interpretação para estas duas línguas" - Falso
Só se pode interpretar (e traduzir) para uma língua que se domine na perfeição (em geral, a língua materna), porque o intérprete dispõe apenas de algumas fracções de segundo para reflectir, o que não permite qualquer hesitação e deixa uma margem muito reduzida para o erro.
"Um intérprete é um intérprete. Não preciso de um intérprete de conferência." - Falso
O intérprete de conferência possui um diploma universitário e uma formação de alto nível, o que não acontece com todo o tipo de intérpretes.
Fonte: Tradutores e Intérpretes, Línguas e sentidos, Serviço das publicações oficiais das comunidades Europeias, Luxemburgo, 2001 (http://europa.eu.int)
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